Blog do Espinosa


 

Rieguel com Zico e com Ronaldo

 

Com a Copa do Mundo e hoje na Escolinha do Flamengo, com Wallace e Daniel.

Meu neto

     Momento avô coruja.

     O meu neto Rieguel, de 10 anos de idade, tem fotos que eu não tenho. Só nesta sequência fotos dele com o Zico, no CFZ, com o Ronaldo, depois da conquista do Penta Mundial e com a Taça FIFA durante um evento em Curitiba.



 Escrito por Valdir Espinosa às 12h18 [] [envie esta mensagem]






Segundo Chat

    Segunda feira, dia 17 de outubro, estarei no chat as 16:00 horas, para comemorar meu aniversário com vocês.

    Será pelo MSN, basta adicionar o contato blogdoespinosa@hotmail.com e perguntar.

    A partir das 16:00 horas quem entrar e já tiver sido adicionado, será convidado, automaticamente, para uma janela única do MSN, aonde todos poderão ver o que está sendo perguntado e o que está sendo respondido. Para recepção de imagens é necessário janelas individuais, portanto quem quiser receber as minhas imagens durante o chat deve pedir o envio da camera que sera liberado. Lembrem-se, apenas a camera na janela individual, as perguntas deverão ser realizadas na janela da conferência.

    Espero vocês lá.



 Escrito por Valdir Espinosa às 11h44 [] [envie esta mensagem]






Johann Cruyff

Visão Européia

    No ano de 1986 fui, com o Grêmio, disputar um torneio no Marrocos, contra o Standard de Liège, da Bélgica, Seleção do Marrocos e Ajax da Holanda, treinado pelo Cruyff.

    Na partida em que enfrentamos o Ajax, o destaque da nossa vitória foi o Renato Gaúcho. Ele driblava na ida e na volta, para a fente e para trás, acabou com o jogo. Depois do jogo, no hotel, encontrei o Cruyff e fui conversar com ele, que fala muito bem o espanhol, e perguntei o que ele tinha achado o jogo, do meu time e etc. Também fiz perguntas específicas dos meus jogadores e mais objetivamente a respeito do Renato Gaúcho. Excelente, disse o Cruyff. Na sequência do nosso papo perguntei se ele estaria interessado em levá-lo para o Ajax e ele respondeu mais rápido ainda que não. Não entendi nada, e devo ter feito uma cara de quem não entendeu, pois em seguida o Cruyff explicou : "Hoje este jogador acabou com o meu time. Mas acaba com o time  em que ele joga também, pois apesar de ser extraordinário tecnicamente, ele não solta a bola para ninguém. É muito individualista por isso não o quero no meu time."

    Com todo o respeito ao Cruyff, apesar de individualista, o Renato me acompanhou em várias conquistas da minha carreira, inclusive a Libertadores da América e o Mundial Interclubes.



 Escrito por Valdir Espinosa às 11h35 [] [envie esta mensagem]






Allan e eu.

Rieguel, Aimée e Maria Luísa.

 

Rio 40 graus.

    Depois de postar as historinhas da manhã de hoje fui aproveitar a piscina com meu filho Allan, netos Aimée e Rieguel e a Maria Luísa, amiga deles. Está um calor forte no Rio de Janeiro hoje.

    Vitória esmagadora do MSN na pesquisa de ontem. Próximo chat marcado para segunda feira que vem, dia 17 de outubro, as 16:00 horas, para comemorar meu aniversário junto com voces do blog.

    MSN blogdoespinosa@hotmail.com amanhã explico como funcionará.



 Escrito por Valdir Espinosa às 14h32 [] [envie esta mensagem]






Ele, minha esposa e eu.

Julio Iglesias

    Todos têm ídolos. Julio Iglesias é um dos meu ídolos e tive a oportunidade de conhecê-lo pessoalmente após um show realizado no Rio de Janeiro.



 Escrito por Valdir Espinosa às 10h05 [] [envie esta mensagem]






Festividade com uma escola japonesa no Estádio Todoroki, em Kawasaki.

Eu e o Jhonny, intérprete. Ao fundo o telão.

Dança no telão

    Durante a temporada de 1996 trabalhei como treinador do Verdy Kawasaki, do Japão. O início do trabalho foi difícil, como em toda primeira experiência em uma país estrangeiro, e passamos por uma fase de resultados negativos. Naquela época os jogos da J-League não poderiam terminar empatados, levando as partidas para o gol de ouro na prorrogação e até as penalidades máximas.

    Enfrentávamos o Shimizu S-Pulse no Estádio Todoroki, em Kawasaki, no jogo que marcaria o fim do jejum de vitórias da nossa equipe. Tínhamos uma equipe com nomes de peso no futebol japonês, Kitazawa, Hashiratani e Kazu, além dos brasileiros Argel e Alcindo. Na equipe deles tinha bons jogadores também, o Carlos Alberto Santos, o Alex, naturalizado japonês e um baixinho meio campo que não lembro o nome que era muito bom.

    O jogo estava difícil mesmo e terminou o tempo regulamentar empatado em 1 x 1, indo para o gol de ouro na prorrogação. Aos 8 minutos do segundo tempo da prorrogação o Kitazawa marcou o segundo gol do nosso time e determinou a primeira vitória do Verdy sob o meu comando.

    Aí é que vem a história. Com a marcação do gol terminou o jogo. Entrei em campo para comemorar. Na empolgação imitei a dança do Claudinho e Bochecha na música 'Só Love'. O Serpa e o Marquinhos que já estavam dentro de campo, comemorando, olharam o telão e me viram lá, dançando! Eles e o estádio inteiro! Uma semana depois era meu aniversário e comemoramos com vários amigos brasileiros que estavam no Japão e com o pessoal do clube. Assunto principal: A dança no telão!



 Escrito por Valdir Espinosa às 09h54 [] [envie esta mensagem]






Eu e o Deputado Pereira Pinto na Alerj.

Entrega do título de Cidadão do Estado do RJ (1989)

Diploma de Cidadão do Estado do RJ.

Cidadão do Estado do R.J.

    Na minha carreira, até hoje, conquistei muitos títulos dentro de campo, como jogador e treinador. Em 1989 fui campeão da Taça Rio e do Campeonato Carioca invicto, mas recebi outro título muito importante, o de Cidadão do Estado do Rio de Janeiro, por iniciativa do Deputado Pereira Pinto.



 Escrito por Valdir Espinosa às 09h14 [] [envie esta mensagem]






Pesquisa

     Estamos tentando melhorar a qualidade do chat e para isso estamos testando o programa yahoo messenger, pois ele permite que através de uma única janela se troque mensagens múltiplas, como o msn, mas tem o diferencial de todos poderem ver a imagem do Espinosa pela camera. Gostaria que voces deixassem o seu comentário apenas fazendo a opção pelo yahoo ou msn, para que possamos avaliar a melhor maneira de realizar o próximo chat. Amanhã a tarde definiremos, conforme o resultado da pesquisa.



 Escrito por Valdir Espinosa às 16h15 [] [envie esta mensagem]






João Saldanha

    Estava iniciando minha carreira como treinador de futebol profissional e durante uma visita ao Rio de Janeiro fui ao Maracanã e lá encontrei o João Saldanha. Para quem estava começando, nada melhor do que escutar um conselho de alguém mais experiente.

    Me aproximei dele, me apresentei e perguntei o que ele achava que eu deveria fazer como treinador. Ao que ele, da forma objetiva que sempre o caracterizou, respondeu : "Se tiver time bom ataca. Se tiver time ruim defende." Me cumprimentou e foi embora.



 Escrito por Valdir Espinosa às 09h06 [] [envie esta mensagem]






Fágner

    Todo o mundo conhece o Raimundo Fágner artista da música popular brasileira, mas poucos conhecem o esportista.

    Na minha última passagem como técnico do Grêmio levei o Fágner para participar de um treinamento recreativo no Olímpico. Ele estava fazendo um show em Porto Alegre e convidei-o para "treinar". Ele aceitou e combinamos que eu passaria no hotel para irmos juntos. Chegamos no estádio e ele participou do recreativo e, para espanto geral, marcou dois gols. Desde esse dia, sempre que conversamos, pergunto pelas suas chuteiras.

    O Fágner sempre me falava que eu deveria conhecer Fortaleza, falava maravilhas da cidade. Em 1996 fui passar as férias no Ceará e me apaixonei pelo lugar, ele estava certo. Ultimamente o meu amigo tem se dedicado mais ao tênis e, por incrível que pareça, não nos encontramos durante minha permanência em Fortaleza neste ano, por culpa minha.



 Escrito por Valdir Espinosa às 08h51 [] [envie esta mensagem]






Preleção pré-jogo

    Estamos de volta depois do feriado de ontem para escrever sobre como funciona, atualmente, nosso sistema de preleção nos dias de jogos.

    Sempre tive uma atenção muito grande às preleções que costumo fazer nos dias das partidas, pois acredito serem de fundamental importância para que os jogadores entrem em campo psicologicamente melhores preparados para colocarem em prática o que tenha sido trabalhado na semana. Para que as palestras não sejam muito longas e, também, para que não haja um "cansaço" dos jogadores em relação a figura do treinador, decidi dividir a preleção em dois momentos: o papo sobre o adversário e o papo sobre o nosso time.

    O papo sobre o adversário é uma preleção que acontece sempre meia hora antes do almoço do dia do jogo e é realizado entre o Serpa e os jogadores. Neste encontro, que dura entre 20 e 30 minutos no máximo, é apresentado aos jogadores um vídeo sobre o adversário, ou gráficos de posicionamento deles, com base em estudos e observações feitos durante toda a semana, e conversado sobre a melhor forma de neutralizá-los. Também nesta palestra são definidos os posicionamentos nas jogadas de bola parada e conversadas características individuais dos jogadores adversários, além das coletivas. Tudo isto mostrado em um telão para melhor visualização do grupo.

    O papo sobre o nosso time ocorre meia hora antes da saída do time para o estádio.  Esta reunião também tem a duração máxima de 30 minutos e nela falamos exclusivamente sobre o nosso time, postura que deve ter no jogo, comportamento do grupo durante a semana, questões táticas da nossa equipe e aspectos motivacionais.



 Escrito por Valdir Espinosa às 08h14 [] [envie esta mensagem]






O primeiro chat.

    Um sucesso o primeiro chat realizado ontem. Cerca de 34 pessoas participaram do bate papo. Alguns conseguiram receber as imagens, outros só conseguiam ler as mensagens, mas todos fizeram perguntas e foram respondidos. Pela primeira vez dei uma entrevista via web cam, com som e imagem, para a TV Jangadeiro de Fortaleza.

    Faremos outros chats, sempre marcados previamente pelo blog. E só para esclarecer para alguns que me perguntaram ontem no chat, meu compromisso com o Ceará Sporting Club encerrou no dia 10 de setembro passado e atualmente estou sem clube.



 Escrito por Valdir Espinosa às 11h59 [] [envie esta mensagem]






Rivelino, eu e Rivellino em P.Alegre, 1972.

O xará

    O ano não sei precisar, lembro do local, o estádio Pacaembu. Lembro do jogo, Corinthians e Portuguesa. Tempo em que existiam as equipes de aspirantes que jogavam as preliminares dos times principais. Era exatamente nestas preliminares que se concentravam as atenções da torcida corintiana, mais especificamente no ponta direita, um japonês cujo nome não recordo, e no meio campo Rivellino.

    Neste jogo contra a Portuguesa fiquei impressionado com a excelente atuação do camisa 10 do Parque São Jorge e decidi que o meu primeiro filho teria o nome de Rivelino. Em 1968 casei e antes do nascimento do meu primogênito, em 1969, cheguei em casa com uma lembrança gravada com o nome de Rivelino. Espanto geral na família mas ali ficava claro para todos o nome que queria para o meu filho.

    A partir de 1970, após a conquista do tri campeonato mundial, muitos pais colocaram o nome de Rivelino em seus filhos. Justa homenagem. Antes dele ter toda essa projeção, creio que fui o único.

Eu, Rivellino e Rivelino nas Laranjeiras em 2000.



 Escrito por Valdir Espinosa às 11h50 [] [envie esta mensagem]






Serpa no Fluminense

Foi difícil.

    Fluminense x Corinthians. Copa João Havelange 2000.

    Estávamos em São Paulo e durante o jantar, na véspera da partida, recebi um telefonema dizendo que eu deveria ir imediatamente para Porto Alegre, pois o quadro de saúde do meu pai ('Seo Rodolpho') tinha piorado muito e se encaminhava para o desfecho final,segundo os médicos que cuidavam dele. Estavam sentados a mesa comigo o presidente Davi Fischel, Paulo Angioni, Cacau Barbosa, Serpa, Inarra (preparador físico) e Marquinhos (treinador de goleiros). Desliguei o telefone e disse a eles: "Tenho que ir para Porto Alegre."

    Consegui embarcar no último vôo de São Paulo para Porto Alegre chegando lá por volta das 23:15 horas. Ao entrar no táxi para ir do aeroporto ao hospital recebi outra ligação me informando do falecimento dele. Passei a noite inteira no velório até o sepultamento que foi por volta do meio dia. Só depois disto fui para o hotel e passei de uma tristeza enorme à uma expectativa e ansiedade tão grandes quanto. Era a estréia do Serpa dirigindo uma equipe em um jogo oficial. E naquela hora, com tantos sentimentos aflorados e emoções tão fortes, era difícil separar o filho-Rivelino do profissional-Serpa.

    No início da transmissão  quando ouvi o Luis Roberto anunciar um minuto de silêncio em homenagem ao 'Seo Rodolpho', pedi, que de onde ele estivesse, ajudasse o seu neto. Foram 90 minutos de um excelente futebol jogado pelo Fluminense e a vitória por 3 x 1 dentro do Pacaembu.

   Para todos naquele momento era o auxiliar técnico que estava dirigindo o Fluminense, mas para mim, apesar de todo o tratamento profissional que temos um com o outro, e pela única vez até hoje, era o meu filho que estava no banco!

    Lembrei novamente do meu pai e agradeci a ele por acreditar que ele tenha realmente ajudado naquele momento.

    Eram mais de 30 horas sem dormir, com muita tristeza mas um orgulho muito grande adormeci...



 Escrito por Valdir Espinosa às 10h09 [] [envie esta mensagem]






    Estaremos testando hoje, 10 de outubro, um sistema de comunicação via MSN messenger.

    A idéia é estabelecer um canal de comunicação on line com o pessoal que frequenta o blog.

    Hoje, 10 de outubro de 2005, as 17:00 horas estarei no msn para conversar com voces e testar o sistema de camera e audio.

    O endereço do MSN é blogdoespinosa@hotmail.com

    Aguardo voces as 17:00 horas.



 Escrito por Valdir Espinosa às 13h20 [] [envie esta mensagem]






    Momentos da minha infância.

    Agradeço a todos que têm visitado o blog e feito comentários. Serão respondidos na medida do possível, alguns pelo próprio blog, outros por email. Para lerem as respostas gerais basta clicar nos comentários.

    Foi muito legal o programa da TVE ontem, comando do competente Paulo Stein, onde pude rever amigos como Jair Pereira, Carlos Alberto Torres, Carla Matera, além do apresentador da mesa e do Alberto Léo. Abraços a todos e ao Luizinho.



 Escrito por Valdir Espinosa às 10h03 [] [envie esta mensagem]






Cearamor

     O Ceará foi jogar contra o Vitória em Salvador precisando vencer a partida. Como sempre, lá estavam, acompanhando a delegação, alguns representantes da torcida alvinegra no hotel.

    Terminada a preleção entramos no ônibus para irmos ao estádio. Sento no primeiro banco, ao meu lado o Serpa. De repente entram cerca de 6 ou 7 pessoas que não deveriam estar ali. Pergunto para o Serpa quem eram aquelas pessoas, ao que ele respondeu que eram torcedores. Respondeu e ficou esperando uma reação minha... Conferido o grupo de jogadores liberei o ônibus para partir, com a torcida junto. O Serpa me olhou novamente e comentou "Estás de bom humor."

    O espanto dele procedia. Geralmente não costumo permitir o ingresso de pessoas estranhas à delegação no ônibus que nos leva ao jogo, mas aquela situação era especial. O sacrifício da viagem que aqueles torcedores realizaram, o comportamento deles e o apoio da torcida do Ceará Sporting me fizeram, naquele momento, rever minha posição em relação a isso.



 Escrito por Valdir Espinosa às 09h46 [] [envie esta mensagem]






Milton Cruz, Nardo Siqueira, eu e Emil Pinheiro.

Banco de reservas do Maracanã.

A Luz Acendeu!

    Quando cheguei ao Botafogo em 1989, a missão de tirar o time da fila de 21 anos sem títulos, era difícil. Antes de começar o Campeonato Estadual fui entrevistado pelo Márcio Guedes na Churrascaria Porcão, sobre o trabalho que seria desenvolvido. Passados 30 minutos de perguntas e respostas ele pediu desculpas e disse que, até como botafoguense, infelizmente não acreditava no título, pois todos os técnicos que haviam passado por lá até então tinham o mesmo desejo e não haviam logrado sucesso.

    Confesso que aquilo me irritou, não contra o Márcio, mais ainda porque parecia ser opinião geral. Foi então que disse a ele : "Você vai ver a luz acender!".

    Dia 21 de junho de 1989. Terminava o jogo entre Botafogo e Flamengo. Terminava o Campeonato Estadual do Rio de Janeiro.  Terminava a espera da torcida botafoguense por um título de campeão. No placar Botafogo 1 x 0 Flamengo. Muitas entrevistas ainda dentro do campo e eu só respondia que esperassem um pouco, queria ver a luz acender. Poucos entendiam, mas os jogadores, eu e o Márcio Guedes, que na época era comentarista da TV Manchete, sabíamos do que se tratava.

    Surge no placar do Maracanã: BOTAFOGO CAMPEÃO ESTADUAL DE 89.

    Digo a todos :"Está lá, Botafogo Campeão Estadual de 89. Agora eu estou satisfeito!"

    Daí a origem da frase que ficou na memória de toda a torcida botafoguense.

  



 Escrito por Valdir Espinosa às 09h19 [] [envie esta mensagem]




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